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O fenômeno, disse o Papa, “sustenta redes criminosas e põe em risco o futuro das sociedades”. Por isso, uma resposta passa pelo respeito e proteção dos direitos das pessoas, com esforços conjuntos em aplicar a lei, mas também em prevenir os crimes e estabelecer um sistema de justiça penal justo através de abordagens “voltadas para a reeducação e a plena reintegração dos infratores no tecido social”, o que “exclui o uso da pena de morte, da tortura e de toda forma de punição cruel ou degradante”.

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