A microchipagem de pets alcançou um novo patamar em 2025, com 11.108 cães e gatos identificados pela Superintendência de Bem-Estar Animal (Subea). O número mostra a crescente procura pelo recurso, que permite associar cada animal a um cadastro único e permanente.
O sistema funciona por meio de um dispositivo inserido sob a pele, que armazena um código exclusivo. Esse número é acessado por leitores específicos e direciona para um banco de dados com as informações do tutor. A tecnologia permite localizar responsáveis com agilidade em casos de perda, abandono ou suspeita de maus-tratos.
Procedimento rápido e sem cirurgia amplia adesão
A aplicação do microchip é feita por médico-veterinário, utilizando uma seringa semelhante à de vacinas. O processo é rápido, não exige anestesia e causa apenas um leve desconforto no momento da inserção.
Por ser definitivo, o chip acompanha o animal ao longo da vida e se torna uma ferramenta eficiente para identificação. Além de ajudar na recuperação de pets perdidos, o sistema também contribui para responsabilizar tutores e organizar ações públicas voltadas ao bem-estar animal.
Serviços gratuitos incluem microchipagem e atendimento veterinário
A Subea mantém uma rotina de atendimentos gratuitos à população. Entre os serviços disponíveis estão castração, consultas veterinárias, vacinação antirrábica, vermifugação, aplicação de carrapaticida e microchipagem de pets.
O atendimento ocorre de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 13h, na unidade central. São distribuídas diariamente 15 senhas para castração e 15 para consultas.
Para acessar os serviços, é necessário apresentar o CadÚnico atualizado e impresso. A exigência não vale para vacinação antirrábica e microchipagem, que seguem com acesso livre.












