Laudo necroscópico será essencial para esclarecer se vítima estava viva no momento em que teve o corpo incendiado
Casa da Mulher Brasileira em Campo Grande abriga Delegacia Especializada. (Foto: Divulgação_

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Mato Grosso do Sul registrou, no último sábado (1º), o sexto caso de feminicídio em 2025. Giseli Cristina Oliskowiski, de 40 anos, foi brutalmente assassinada pelo namorado, Jeferson Nunes Ramos, que a agrediu com pedradas na cabeça e, em seguida, queimou seu corpo dentro de um poço. O crime aconteceu no Bairro Aero Rancho, em Campo Grande, durante o feriado de Carnaval.

De acordo com as investigações da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam), vizinhos relataram ter ouvido gritos vindos da residência antes de o suspeito abrir a estrutura do poço desativado no quintal e atear fogo no corpo da vítima.

A delegada responsável pelo caso, Analu Ferraz, explicou que a principal dúvida da polícia é se Giseli ainda estava viva quando foi incendiada. O laudo necroscópico será essencial para esclarecer essa questão.

“Só o exame necroscópico vai dizer. Estamos aguardando o resultado para verificar se existia fuligem nas vias aéreas dela. Após o exame, vamos poder precisar o modus operandi e materializar as qualificadoras”, afirmou a delegada.

O caso está sendo investigado como feminicídio qualificado, e a Polícia Civil segue reunindo provas para formalizar a denúncia contra o suspeito.

SOBRE O AUTOR

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Vivianne Nunes

Vivianne Nunes, jornalista, empresária VW Comunicação, radialista, apresentadora do programa Rádio Livre da FM 104,7 e do Podcast Guia +Saúde!

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