Com incentivo de R$ 1,9 milhão do Governo de Mato Grosso do Sul, a campanha MS Vacina Mais Dengue resultou na aplicação de 156.152 doses do imunizante em crianças e adolescentes de 10 a 14 anos. A ação, realizada entre 27 de janeiro e 25 de fevereiro, permitiu que o estado alcançasse a meta nacional de cobertura vacinal contra a doença.
Ao todo, 21 municípios sul-mato-grossenses cumpriram integralmente os objetivos estabelecidos e garantiram o recebimento da segunda parcela do repasse financeiro, conforme previsto na Resolução nº 331/2025 da Secretaria de Estado de Saúde (SES). Entre as cidades com desempenho máximo estão Aparecida do Taboado, Cassilândia, Coxim, Jardim, Batayporã e Eldorado.
Outros 14 municípios também foram contemplados com recursos por terem alcançado pelo menos 50% da meta. Alcinópolis, Bataguassu e Bonito figuram entre os que se destacaram na mobilização pelas vacinas.
Estratégias ampliaram o acesso à vacina
Durante o mês de campanha, cerca de 35 mil novas doses foram aplicadas. As prefeituras dos 78 municípios adotaram medidas para facilitar o acesso ao imunizante, como estender o horário das salas de vacinação, oferecer atendimento aos fins de semana e realizar ações de busca ativa em regiões vulneráveis.
O incentivo financeiro foi repassado em duas etapas. A primeira, no valor de R$ 945 mil, e a segunda, de R$ 293 mil. Ao final, os municípios que atingiram os critérios definidos conseguiram acessar um total de R$ 1,3 milhão dos R$ 1,9 milhão disponibilizados pelo governo estadual, como forma de premiar o bom desempenho.
Vacinação segue como prioridade
O gerente de imunização da SES, Frederico de Moraes, destaca o papel da articulação entre os entes públicos. “Com mais de 156 mil doses aplicadas desde o início da vacinação, fortalecemos a prevenção da dengue e protegemos vidas. A vacinação é uma ferramenta essencial e precisamos manter o ritmo”, afirma.
A Secretaria de Saúde reforça que a imunização segue disponível em todo o estado, associada às ações contínuas de combate ao mosquito Aedes aegypti. A meta é evitar surtos e reduzir o número de casos graves da doença, especialmente entre crianças e adolescentes.













