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Investigação no HRMS de Campo Grande apura serviços de ginecologia e obstetrícia

MPMS abre inquérito para verificar estrutura, protocolos e atendimento no hospital referência em gestação de alto risco
Ministério Público bloqueia repasses públicos à Federação de Futebol de MS por irregularidades

Órgãos estaduais e municipais são notificados a suspender transferências até que prejuízo de R$ 117 mil seja ressarcido
MPMS cobra rigor no combate à evasão escolar e exige execução correta do sistema de busca ativa

Ministério Público, SED e Bombeiros alinham ações para garantir que escolas esgotem todas as etapas antes de acionar o Conselho Tutelar
MP cumpre mandado e apreende provas na casa de suspeito de feminicídio em Itaquiraí

Celular de William Megaioli Ebbing, suspeito de matar Simone da Silva, foi apreendido para apurar envio de fotos da vítima
Mulheres de Anastácio terão atendimento mais seguro e ágil contra violência doméstica

Iniciativa prevê atendimento humanizado, ações preventivas e comunicação direta com vítimas a partir de 2025
Fazendas concentraram quase 18% das áreas queimadas no Pantanal

Levantamento do MPMS identifica 33 propriedades como prioritárias em ações de prevenção e fiscalização
Ministério Público amplia projeto “A Voz da Vítima” em MS

Iniciativa criada por Promotora busca ouvir vítimas, identificar obstáculos e oferecer atendimento humanizado
Distribuidora de energia tem 30 dias para solucionar falhas em Paranaíba

A Justiça de Mato Grosso do Sul determinou que uma distribuidora de energia apresente, em até 30 dias, um plano de ação com as obras necessárias para regularizar o fornecimento de eletricidade na zona rural de Paranaíba. A decisão foi tomada após intervenção do Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS), que ingressou com uma Ação Civil Pública devido às constantes reclamações dos moradores. Os problemas no fornecimento de energia são relatados desde 2018 por produtores rurais da região, que enfrentam quedas frequentes, demora no restabelecimento e até incêndios decorrentes da falta de manutenção na rede elétrica. As dificuldades afetam diretamente a produção de leite, carne, alimentos e medicamentos, além de prejudicar atividades diárias que dependem de eletricidade. Entre as comunidades mais impactadas estão Alto Santana, Raimundo, Coqueiro, Toizinho, Figueira, Tamandaré, Ponte do Guilhermão e São José do Aporé. A 2ª Vara Cível de Paranaíba determinou que as obras para a regularização do serviço sejam concluídas até o primeiro semestre de 2025, levando em consideração os riscos de incêndios durante a estiagem, entre agosto e outubro. Caso a empresa descumpra a decisão, será aplicada uma multa diária de R$ 50 mil. Em resposta às queixas dos consumidores, a distribuidora alegou que os índices de qualidade do serviço estão dentro das métricas estabelecidas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e que as interrupções no fornecimento são causadas por condições climáticas adversas. No entanto, em uma reunião pública realizada em novembro de 2024, moradores reafirmaram a persistência dos problemas e denunciaram a falta de resposta efetiva da concessionária. Além disso, nos últimos anos, houve um aumento no número de ações individuais movidas por proprietários rurais contra a empresa. A Ação Civil Pública foi instaurada pela 1ª Promotoria de Justiça de Paranaíba, sob responsabilidade da promotora de Justiça Juliana Nonato. O Ministério Público pede que a distribuidora realize os reparos, substituições e melhorias necessárias para garantir um serviço eficiente e contínuo na região. A Justiça seguirá monitorando o cumprimento da decisão, podendo adotar novas medidas caso a empresa não cumpra as determinações.
Paraíso Marcado condena narcotraficante a pena de 27 anos de reclusão

Sentença de 27 anos de reclusão e multa de R$ 90,8 mil destaca avanços no combate ao tráfico; evidências de grupo no Whatsapp e apoio policial foram decisivas.