O Partido Liberal (PL) em Mato Grosso do Sul realiza, na manhã de 1º de agosto, um sábado, a Convenção Estadual que vai definir a estratégia da legenda para as eleições de 2026. Além da homologação dos candidatos que disputarão os principais cargos eletivos, o encontro deve oficializar a aliança com a federação União Progressista (PP e União Brasil) e o apoio à tentativa de reeleição do governador Eduardo Riedel (PSDB).
A convenção ocorre das 8h às 11h e será conduzida pelo Diretório Estadual do partido, presidido pelo ex-governador Reinaldo Azambuja, que assumiu recentemente o comando da sigla em Mato Grosso do Sul.
Candidaturas e composição da chapa
Durante a reunião, os convencionais vão homologar os candidatos do partido aos cargos de governador, vice-governador, senador, suplentes, deputado federal e deputado estadual. Também serão apreciadas as possíveis coligações que integrarão a chapa para a disputa eleitoral.
A expectativa da direção estadual é de que o PL componha a base de apoio à candidatura de Eduardo Riedel e dispute duas vagas ao Senado na coligação.
Pré-candidato ao Senado, Reinaldo Azambuja afirmou que a legenda trabalha para ampliar sua representação no Congresso Nacional e na Assembleia Legislativa.
"O PL tem as melhores propostas para um Brasil melhor, onde os recursos públicos serão melhores administrados e aplicados em obras e serviços de interesse da população, investindo principalmente em segurança pública, saúde, educação e infraestrutura", declarou.
Aliança foi condição para comando do partido
Segundo o PL, a construção da aliança com a federação União Progressista foi uma das condições apresentadas por Reinaldo Azambuja às lideranças nacionais da legenda, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro, para assumir a presidência do partido em Mato Grosso do Sul.
A direção estadual sustenta que a decisão está alinhada à continuidade do projeto administrativo conduzido pelo governo estadual.
O que será votado
Além da homologação das candidaturas, os convencionais também vão deliberar sobre:
- formação de coligações partidárias;
- autorização à Comissão Executiva Estadual para promover substituições e preencher vagas remanescentes, quando necessário;
- delegação de poderes para realizar os atos exigidos pela Justiça Eleitoral para registro das candidaturas;
- outros assuntos relacionados ao processo eleitoral de 2026.