"Deixar registrado para posteridade, para o futuro, locais e vestígios para evitar o apagamento humano desses locais, modificação, transladação, ou qualquer modificação que venha ser de intencional humano para apagamento da história para mais 100 anos, ou seja, são 400 anos de vestígios que já são vestígios por um apagamento histórico de 400 anos envolvendo várias interesses, várias entidades", é o objetivo desta publicação, como explica um de seus autores, o gaúcho missioneiro Juliano Ozga.
"Guia dos Vestígios das Missões Jesuíticas Guaranis no Rio Grande do Sul: 400 Anos (1626–2026)"
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