Foi há um ano, neste 3 de julho. Estava eu em Paris numa reunião mundial dos Espiritanos quando os colegas me começam a informar que o Diogo Jota, do Liverpool, morreu. Eu sorrio - perante o que considerava ser ignorância deles – e explico-lhes que não: ‘o Diogo casou na Igreja!’. Mas, a insistência de outros levou-me à internet onde a dramática notícia estava já em todas as redes: o Diogo e o André foram vítimas de um brutal acidente rodoviário.

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